Caiado sai em defesa de Damares após senadora sair da campanha de Flávio
Pré-candidato do PSD ao Planalto criticou ataques à senadora nas redes sociais; Damares afirma que segue apoiando a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro
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O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência da República, saiu em defesa da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) nesta terça-feira (14/7), após a parlamentar anunciar sua saída da equipe responsável pela elaboração do plano de governo do senador Flávio Bolsonaro (PL), também postulante ao Planalto.
"É inaceitável que a senadora Damares Alves seja alvo de ataques e violência de gênero por expressar suas opiniões. Não é assim que se faz política. A direita é maior que isso. Minha total solidariedade!", escreveu Caiado na plataforma X (antigo Twitter).
É inaceitável que a senadora @DamaresAlves seja alvo de ataques e violência de gênero por expressar suas opiniões. Não é assim que se faz política. A direita é maior que isso.
— Ronaldo Caiado (@ronaldocaiado) July 14, 2026
Minha total solidariedade!
Alvo de críticas
A manifestação ocorre em meio à repercussão da decisão de Damares de deixar os trabalhos de formulação das propostas para um hipotético governo de Flávio Bolsonaro. Nos últimos dias, a participação da senadora na equipe passou a ser alvo de críticas de integrantes do campo conservador, o que levou a questionamentos públicos sobre sua permanência no grupo.
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Apoio
Apesar da saída da equipe responsável pelo programa de governo, Damares afirmou que continua apoiando a pré-candidatura do senador à presidência. Em pronunciamento no plenário do Senado, ela negou ter rompido com Flávio e disse que apenas concluiu a etapa de colaboração que lhe cabia na elaboração das propostas.
"O Flávio Bolsonaro ainda é meu pré-candidato. Ele é o indicado pelo presidente Bolsonaro, e sou do time", declarou.
Segundo a parlamentar, as críticas recebidas partiram de setores da própria direita. Sem citar nomes, fez um apelo para que militantes e lideranças interrompam os ataques internos, argumentando que esse tipo de disputa enfraquece o campo conservador.
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"Quem está financiando tudo isso? A quem interessa essa fragilidade da direita? Será que tem dinheiro envolvido nesses ataques todos?", indagou.