"DARK HORSE"

Eduardo Bolsonaro nega gestão em filme bancado por Vorcaro

Deputado afirma que contrato como produtor executivo serviu apenas para manter projeto sobre Jair Bolsonaro em andamento e diz ter recuperado investimento pessoal de US$ 50 mil

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Em meio à repercussão envolvendo o financiamento do filme Dark Horse, produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro divulgou nesta sexta-feira (15/5) um vídeo nas redes sociais para negar que tenha exercido controle sobre os recursos destinados ao longa-metragem.

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A manifestação ocorre após a divulgação de documentos que apontam Eduardo como produtor executivo da obra, função que incluiria atribuições relacionadas à gestão financeira da produção. Segundo o parlamentar, o vínculo contratual teve caráter temporário e foi criado apenas para evitar a interrupção do projeto cinematográfico.

No vídeo, Eduardo afirma ter investido US$ 50 mil do próprio bolso nos Estados Unidos para garantir a permanência de um diretor de Hollywood responsável pelo desenvolvimento inicial do roteiro. De acordo com ele, o contrato permitiu que o cineasta permanecesse ligado ao projeto durante cerca de dois anos.

O deputado também declarou que posteriormente recebeu o valor de volta, mas negou qualquer ligação entre esse reembolso e o fundo de investimentos abastecido por recursos do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do  Banco Master.

“Quem fala que Eduardo Bolsonaro é financiado por Daniel Vorcaro é mentiroso”, disse o parlamentar na gravação divulgada nas redes sociais.

A controvérsia ganhou força após reportagem do Intercept revelar um contrato em que Eduardo aparece formalmente como produtor executivo do filme Dark Horse, posição que contradiz declaração feita por ele no dia anterior. Na ocasião, o deputado havia afirmado que não ocupou “qualquer posição de gestão ou emprego no fundo” responsável pelo projeto e que apenas autorizou o uso de sua imagem e da imagem do pai na produção.

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O caso se soma às revelações feitas nesta semana sobre a participação financeira de Vorcaro no filme, investimento que teria sido articulado com a intermediação do senador Flávio Bolsonaro, apontado como pré-candidato à Presidência da República em 2026.

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