ARTICULAÇÃO

Lideranças mineiras discutem políticas habitacionais para o estado

Encontro em Brasília busca fortalecer políticas públicas para reduzir o déficit habitacional; criação de uma secretaria para o setor está em pauta

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Minas Gerais tem 1,5 milhão de moradias inadequadas, segundo a Fundação João Pinheiro. Mesmo assim, segue sem uma secretaria estadual dedicada ao tema. É nesse vácuo que o economista Maykon Delfino, fundador da Habitaeng, a Associação Nacional Minha Casa Própria, foi se encontrar com senador Rodrigo Pacheco. Os dois se reuniram em Brasília no dia 17 para discutir saídas para a crise habitacional mineira — e a ausência do estado no debate foi, ela mesma, o centro da conversa.

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O encontro buscou fortalecer o debate sobre soluções para o acesso à moradia digna no estado. A pauta habitacional é considerada urgente e enfrenta entraves como a ausência de uma secretaria estadual dedicada exclusivamente ao setor.

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Para Delfino, a criação de uma pasta específica é um passo essencial para garantir o planejamento e a execução de políticas públicas contínuas. “Minas Gerais precisa tratar a habitação com a prioridade que ela exige. É fundamental ter iniciativas próprias, apoiar os municípios — por exemplo, garantindo infraestrutura para os projetos”, afirmou.

“Estamos falando de dignidade, segurança e qualidade de vida para milhares de famílias que ainda enfrentam dificuldades para sair do aluguel ou vivem em condições precárias”, acrescentou.

Apesar do déficit apontado pela Fundação João, Pinheiro, o estado continua sem políticas públicas efetivas e sem articulação do governo de Zema e Mateus Simões com o Governo Federal.

A falta de planejamento e investimentos expõe milhares de famílias à insegurança, muitas vezes em áreas de risco. As recentes tragédias causadas pelas chuvas na Zona da Mata evidenciam as consequências dessa lacuna, atingindo populações vulneráveis e reforçando a necessidade de ações concretas.

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Na conversa, foram abordadas formas de fortalecer a articulação entre municípios, governo federal e lideranças estaduais. O foco é ampliar o acesso a programas como o "Minha Casa, Minha Vida", especialmente para famílias de baixa renda.

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