Internacional

EUA classifica como "passo importante" plano de trabalho do governo e da oposição na Venezuela

Publicidade
Carregando...

Os Estados Unidos consideram um "passo importante no processo de reconciliação política" o plano de trabalho do governo com parte da oposição política na Venezuela, declarou nesta quinta-feira (16) o Departamento de Estado.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

"Saudamos o compromisso de fortalecer as instituições democráticas, melhorar o sistema eleitoral e restabelecer as garantias para a participação política", afirmou o comunicado.

Essas conversas terão início em agosto, segundo anunciou na terça-feira o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela.

"Os devastadores terremotos evidenciaram a urgência da unidade, de uma liderança responsável e de instituições capazes de servir ao povo venezuelano", explicou o texto.

"Os Estados Unidos continuarão apoiando os esforços liderados pelos venezuelanos que produzam avanços concretos rumo a uma transição eleitoral pacífica e democrática", acrescentou.

Poucos dias antes do duplo terremoto de 24 de junho na Venezuela, que deixou mais de 4.800 mortos, a dirigente opositora exilada Dinorah Figuera viajou a Caracas para manter reuniões com representantes da presidente interina Delcy Rodríguez.

Rodríguez governa sob pressão dos Estados Unidos desde janeiro, quando Nicolás Maduro foi capturado por forças americanas e levado para Nova York sob acusações de narcotráfico.

Durante sua visita relâmpago, Figuera, que conta com o apoio de Washington, reuniu-se com o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, irmão da mandatária, e também com outros dirigentes da oposição.

A líder opositora venezuelana e vencedora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, exilada desde o fim do ano passado, ainda não se manifestou sobre os avanços das iniciativas de Figuera iniciadas no mês passado.

Machado, que deixou o país clandestinamente em dezembro para ir a Oslo receber seu prêmio, deseja retornar à Venezuela após os terremotos, mas suas tentativas foram frustradas até o momento.

Os Estados Unidos não impedem o retorno de Machado à Venezuela, mas é necessário que existam as condições adequadas para isso, declarou nesta quarta-feira Luis Mendez, subsecretário adjunto para a América Latina.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

jz/nn/am

Tópicos relacionados:

diplomacia eua politica venezuela

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay