Mercado Central é alvo de fiscalização de bebidas alcoólicas em BH
Ações de combate ao contrabando e falsificação foram feitas nesta terça-feira (28/4) em lojas que comercializam especialmente rótulos de cachaça e licores
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O Mercado Central de Belo Horizonte foi alvo de operação de combate ao contrabando, falsificação e comercialização de bebidas alcoólicas adulteradas na manhã desta terça-feira (28/4). O trabalho é coordenado pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e conta com a atuação integrada das forças de segurança pública.
De acordo com informações repassadas pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), antes do início da operação foi realizado um planejamento no Departamento Estadual de Combate à Corrupção e a Fraudes (Deccof), da corporação, reunindo representantes das instituições envolvidas para alinhamento estratégico das atividades.
Segundo a PC, as ações foram feitas no Mercado em estabelecimentos que comercializam bebidas, especialmente rótulos de cachaças e licores.
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A polícia, no entanto, não informou se algo foi apreendido, e afirmou que a operação terá continuidade nos próximos dias. "O balanço das ações será divulgado oportunamente", disse em nota.
Já a Sejusp, também em nota, afirmou que "o balanço final será apresentado durante coletiva a ser agendada em breve".
Procurado pelo Estado de Minas, o Mercado Central afirmou que cada loja possui um CNPJ próprio e, portanto, responde individualmente pelo que é comercializado. "Em todos os procedimentos de fiscalização, a administração segue as instruções das autoridades", afirmou.
O superintendente do centro de compras, Luiz Carlos Braga, também relatou à reportagem que trata-se de uma fiscalização de rotina. Segundo ele, nenhum produto foi apreendido e nenhuma irregularidade foi constatada. As lojas seguem funcionando normalmente.
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Além da Polícia Civil, também são parceiros órgãos como Secretaria de Estado da Fazenda, Secretaria de Estado de Saúde (Vigilância Sanitária), Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal (PF), Receita Federal, ministério da Agricultura e Pecuária e Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).