INVESTIGAÇÃO

MG: PF desarticula rede de tráfico e bloqueia R$ 61 milhões em bens

Ao todo, 160 policiais de três estados atuam na operação integrada

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/MG) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15/4), a Operação Luxury para desarticular uma organização criminosa interestadual especializada no tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A ofensiva policial cumpre mandados em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul, incluindo o sequestro de bens avaliados em R$ 61 milhões.

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Ao todo, 160 policiais cumprem 27 mandados de prisão - 22 preventivas e cinco temporárias - e 39 de busca e apreensão. As diligências ocorrem simultaneamente em Uberlândia e Uberaba, no Triângulo Mineiro, na capital paulista (SP) e em quatro cidades do Mato Grosso do Sul: Campo Grande, Dourados, Ribas do Rio Pardo e Vista Alegre.

A Operação Luxury é coordenada pela Polícia Federal (PF) e conta com a atuação conjunta das polícias Militar (PMMG), Civil (PCMG), Penal e da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen).

O trabalho investigativo que culminou na operação começou em abril de 2025, na cidade mineira de Frutal. Na ocasião, a apreensão de 1,1 tonelada de maconha serviu como ponto de partida para que os agentes identificassem uma estrutura criminosa muito maior.

Com o avanço das diligências, a polícia conseguiu ligar os investigados a diversas outras remessas ilícitas. No total, somando as intervenções desde o início do inquérito, já foram apreendidas 5,9 toneladas de entorpecentes.

Esquema de lavagem de dinheiro

Além do tráfico de substâncias, a organização demonstrava um alto nível de sofisticação financeira. De acordo com as autoridades, o grupo utilizava empresas de fachada para lavagem de dinheiro e dissimulação de ativos, mecanismos para conferir aparência legal aos lucros provenientes do crime. Além disso, pessoas eram usadas como “laranjas” para ocultar o patrimônio real dos líderes do esquema.

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O sequestro de R$ 61 milhões determinado pela Justiça visa asfixiar financeiramente a quadrilha, retirando o lucro obtido com a atividade criminosa e impedindo o financiamento de novas operações.

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