UBERLÂNDIA

Empresa de ônibus de Uberlândia parcela salários e motoristas param

Empresa Autotrans pagou 50% na sexta-feira, outros 25% nesta segunda e os 25% restantes estão previstos para amanhã. Trabalhadores aguardam o vale-alimentação

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Trabalhadores do transporte público de Uberlândia (MG), no Triângulo Mineiro, paralisaram as atividades nesta segunda-feira (9/3) devido ao parcelamento de seus salários pela empresa Autotrans. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores no Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de Uberlândia (Sinttrurb), cerca de 40% da frota da concessionária circula pela cidade hoje.

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O sindicato informa que a paralisação ocorre após a empresa informar que o pagamento dos salários deste mês seria feito de forma escalonada: 50% na última sexta-feira (6/3), 25% nesta segunda e os 25% restantes na terça-feira (10/3).

O transporte no setor sul foi afetado pela paralisação, com aumento de espera em terminais como Santa Luzia, Novo Mundo e Central.

Os trabalhadores afirmam que a paralisação continuará até que o salário seja quitado integralmente. "Nossa preocupação é que nesta terça deve ser pago o vale-alimentação dos trabalhadores e não temos garantias de que isso vai acontecer de fato com essa questão salarial", disse presidente do sindicato, Márcio Dúlio de Oliveira.

Em nota, a Autotrans confirmou que o pagamento foi parcelado e atribuiu a medida ao aumento de custos no setor de transporte coletivo, especialmente ao preço do óleo diesel, que teria sofrido variações recentes no cenário internacional com a guerra no Irã.

Antes da paralisação, a Prefeitura de Uberlândia notificou a empresa para regularizar o pagamento dos salários e garantir a continuidade do serviço. A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (Settran) informou que o pagamento de salários e encargos é de responsabilidade das concessionárias e que o descumprimento pode resultar em sanções, como multas e processos administrativos.

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As outras duas empresas que integram o sistema de transporte coletivo da cidade — Sorriso de Minas e São Miguel —pagaram normalmente os salários, mas manifestaram apoio à Autotrans e afirmaram que o setor enfrenta forte pressão econômica devido à alta dos custos operacionais.

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