REAJUSTE NO VALOR

BH tem a 2ª passagem de ônibus mais cara entre capitais em 2026

Tarifa na capital mineira subiu para R$ 6,25 em janeiro e fica atrás apenas de Florianópolis no ranking nacional

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A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) oficializou o reajuste da tarifa de ônibus. O custo para se deslocar em BH a partir dessa quinta-feira (01/01) colocou a capital mineira com a segunda passagem mais cara do país, atrás apenas de Florianópolis.

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Consequente ao aumento, as tarifas das linhas diametrais, semi-expressas, radiais, perimetrais e troncais passam de R$ 5,75 para R$ 6,25. Já as linhas circulares e alimentadoras terão aumento de R$ 5,50 para R$ 6,00.

O ajuste têm um impacto direto na vida dos trabalhadores, que muitas vezes dependem do transporte público. O valor de duas passagens (a de ida e a de volta) somadas, pode ultrapassar R$12, chegando a R$12,50 para linhas específicas, influenciando propriamente na renda da população.

A justificativa para o novo valor, segundo a administração municipal, envolve o aumento dos custos operacionais. A alta no preço dos combustíveis, a renovação da frota com veículos menos poluentes e os dissídios salariais dos trabalhadores do setor são os principais fatores apontados para a necessidade do reajuste.

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Como fica o preço em outras capitais?

Para entender o cenário nacional, é útil comparar a nova tarifa de Belo Horizonte com os valores praticados em outras capitais no início de 2026. A variação de preços reflete as diferentes políticas de subsídio e custos regionais. Confira as capitais que tiveram reajuste e o valor oficial:

  • Florianópolis (SC): R$ 7,70 (para quem paga por QR Code)

  • Belo Horizonte (MG): R$ 6,25

  • Fortaleza (CE): R$ 5,40

  • São Paulo (SP): R$ 5,30

  • Rio de Janeiro (RJ): R$ 5.

A comparação mostra que a tarifa de Belo Horizonte está entre as mais elevadas do país, superando o valor de grandes centros como São Paulo, que também reajustou sua passagem. No entanto, o valor ainda está abaixo do praticado em Florianópolis, líder do ranking.

Além do valor unitário, os sistemas de integração também influenciam o gasto mensal do passageiro. Em grandes cidades, benefícios como o Bilhete Único permitem o uso de múltiplas linhas pagando uma única tarifa, o que alivia o custo diário para quem precisa fazer baldeações para chegar ao destino.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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*Estagiária sob supervisão do editor João Renato Faria

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