Importunação sexual

Quem é William Gusmão? Entenda a condenação do irmão de Virginia

Empresário foi condenado por importunação sexual em Goiás. Vítima se disse em paz com o desfecho

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William Pimenta Gusmão, irmão da influenciadora Virginia Fonseca, foi condenado por importunação sexual pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ GO). Após a decisão, a vítima, Rauriceia Martins da Costa, falou publicamente pela primeira vez sobre o caso que se arrasta desde 2023.

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Segundo o Portal LeoDias, Rauriceia afirmou que a decisão da Justiça representa o fim de uma longa batalha marcada por sofrimento emocional, dificuldades profissionais e ataques à sua imagem ao longo dos últimos três anos. A empreendedora, também conhecida como Lilly Martins, se disse em paz com o desfecho.

Em entrevista ao g1, ela relatou ter enfrentado críticas e acusações de que buscava visibilidade. A minha vida virou totalmente de cabeça para baixo, afirmou. Ele denegriu a minha imagem no Brasil inteiro. Então eu só queria justiça, e a justiça, graças ao meu bom Deus, chegou, declarou.

O que aconteceu no caso

A denúncia do Ministério Público aponta que o episódio ocorreu em uma festa em Jussara, Goiás, em abril de 2023. Lilly Martins pediu para tirar uma foto com William e, no momento do registro, ele teria colocado a mão dentro da calça dela.

A condenação, proferida por unanimidade na última terça-feira (7), reverteu uma absolvição em primeira instância. A pena fixada foi de um ano de reclusão, no mínimo legal, sem indenização por danos morais, segundo a defesa, que aguarda a publicação do acórdão para confirmar os detalhes.

A versão de William Gusmão

Em vídeos publicados no Instagram, William Gusmão negou o crime, afirmou ser inocente e declarou: "O importunado fui eu". Ele disse que, após tirar três fotos com Lilly, ela retornou com outra pessoa filmando e passou a xingar sua mãe e sua irmã.

Percebi que a menina era muito maldosa e queria alguma coisa de errado comigo, afirmou. Segundo ele, Lilly tentava provocar um contato físico. Ela estava tentando uma agressão física. Só que ela não conseguiu porque eu percebi a maldade dela. Eu estava com os dois braços abertos porque não queria tocar nela.

William também questionou a reação da denunciante no momento do suposto crime. "A pessoa que é importunada sexualmente, a primeira coisa que vai fazer é gritar para o segurança. Ela nunca fez isso. Estava preocupada só em gravar", concluiu.

A defesa do empresário informou que vai recorrer da decisão aos tribunais superiores. Os advogados destacaram que tanto o promotor de primeira instância quanto o procurador que atuou no recurso emitiram pareceres favoráveis à absolvição por ausência de provas. A defesa reforçou que a decisão não é definitiva e que William nega peremptoriamente a prática do fato que lhe é falsamente imputado.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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