Met Gala: quem é Anna Wintour e porque ela é tão importante para o evento
Diretora da Vogue e mente por trás do Met Gala, Anna Wintour dita regras, escolhe convidados e molda o maior espetáculo da moda
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O Met Gala, que acontece logo mais, nesta segunda-feira (4/5), só se tornou um evento tão importante por causa de um nome: Anna Wintour. À frente do baile beneficente do Metropolitan Museum of Art, em Nova York, há quase três décadas, ela é a principal engrenagem para o evento.
Nascida em Londres, na Inglaterra, Wintour construiu sua carreira em Nova York, nos Estados Unidos. Em 1988 ela assumiu a direção da revista Vogue americana. Desde então, redefiniu a forma como a moda é apresentada ao público. Foi ela quem rompeu padrões ao misturar peças de luxo com roupas acessíveis nas capas da revista e ao colocar celebridades, em vez de modelos anônimas, como protagonistas, aproximando o glamour do cotidiano.
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Ao longo de décadas, consolidou uma imagem tão marcante quanto sua influência: o corte de cabelo chanel e os óculos escuros se tornaram sua assinatura. Mas é nos bastidores que seu poder se torna mais evidente.
Wintour comanda o baile do Met desde 1995, transformando o que antes era um jantar social restrito se transformou em uma vitrine global de moda, celebridades e marketing. É ela quem supervisiona todos os detalhes: da lista de convidados ao conceito do evento, passando pela escolha dos co-presidentes e pelo tom do tapete vermelho.
Na prática, ela funciona como uma “curadora de poder”. Ser convidado para o Met Gala significa relevância internacional e ficar de fora pode indicar o oposto. Estilistas, marcas e artistas disputam espaço no evento porque sabem que a visibilidade ali pode definir carreiras.
Mesmo após anunciar, em 2025, que deixará o cargo de editora-chefe da Vogue, Wintour segue longe de se aposentar. Ela continua como diretora editorial global da Condé Nast e permanece à frente do Met Gala, mantendo o controle sobre as decisões estratégicas do evento.
O estilo de liderança firme e exigente também ajudou a moldar sua reputação. A editora é frequentemente associada à personagem Miranda Priestly, do filme “O diabo veste Prada”, interpretada por Meryl Streep.
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