
O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, conquistou quatro indicações ao Oscar 2026, incluindo Melhor Filme e Melhor Filme Internacional. A obra também está entre os indicados a Melhor Elenco na nova categoria e a Wagner Moura foi indicado a Melhor Ator pela atuação central no longa.
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O filme brasileiro O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, conquistou quatro indicações ao Oscar 2026, incluindo Melhor Filme e Melhor Filme Internacional. A obra também está entre os indicados a Melhor Elenco na nova categoria e a Wagner Moura foi indicado a Melhor Ator pela atuação central no longa.
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O Agente Secreto em categorias de destaque reforça a projeção internacional do cinema brasileiro nesta edição da premiação. Wagner Moura compete com nomes como Timothée Chalamet e Leonardo DiCaprio na disputa por Melhor Ator.
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A presença de O Agente Secreto em categorias de destaque reforça a projeção internacional do cinema brasileiro nesta edição da premiação. Wagner Moura compete com nomes como Timothée Chalamet e Leonardo DiCaprio na disputa por Melhor Ator.
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O filme brasileiro, inclusive, foi um dos grandes destaques do Globo de Ouro 2026, realizado no dia 12 de janeiro, em Los Angeles.
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A produção conquistou dois prêmios: Melhor Filme de Língua Não Inglesa e — pela 1ª vez na história — Melhor Ator em Filme de Drama, com Wagner Moura.
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O longa também concorreu a Melhor Filme de Drama, mas o prêmio ficou com “Hamnet”, adaptação do livro de Maggie O’Farrell que narra a história do filho de William Shakespeare e o amor que inspirou a criação de “Hamlet”.
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Dirigido por Kleber Mendonça Filho, “O Agente Secreto” marcou o retorno do Brasil à lista de vencedores do Globo de Ouro após 27 anos, desde o triunfo de “Central do Brasil”.
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Ao receber o troféu de Melhor Ator, Wagner Moura fez um discurso emocionado, agradeceu aos colegas indicados e ao diretor. Ele ainda encerrou falando em português, exaltando o Brasil e a cultura brasileira.
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Nas categorias de TV, a série “Adolescência” foi a mais premiada da noite, levando quatro troféus, incluindo Melhor Série Limitada.
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Destaque para Owen Cooper, de 16 anos, que se tornou o mais jovem vencedor da categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Televisão.
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Entre os filmes, “Uma Batalha Após a Outra” também se destacou, vencendo quatro categorias, entre elas Melhor Filme de Comédia ou Musical e Melhor Direção para Paul Thomas Anderson.
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Um dos grandes destaques em premiações como o Globo de Ouro, o tapete vermelho é sempre um momento que desperta atenção da audiência. Mas você sabe como surgiu essa tradição? Veja a seguir!
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Muito antes de se tornar um elemento do glamour de Hollywood, o tapete vermelho nas premiações tem uma origem antiga e simbólica, ligada à ideia de honra e poder.
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A primeira menção histórica a um tapete vermelho aparece na literatura da Grécia Antiga, especificamente na peça Agamemnon (458 a.C.), de Ésquilo.
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No texto, o rei Agamemnon retorna vitorioso da Guerra de Troia. Sua esposa, Clitemnestra, ordena que um caminho carmesim (vermelho escuro) seja estendido para ele.
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A cor, rara e cara, era associada à nobreza e aos deuses, e caminhar sobre ela significava status elevado.
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Séculos depois, o simbolismo continuou a ser usado em cerimônias reais e diplomáticas.
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Na Europa medieval e moderna, tapetes vermelhos eram estendidos para receber monarcas, líderes religiosos e chefes de Estado, reforçando a ideia de que aquela pessoa era especial e digna de honra.
Achim Scholty/Pixabay
Nos Estados Unidos, há registros do uso do tapete vermelho já no século 19, especialmente em recepções oficiais e eventos políticos.
Flickr - G20 Argentina
A ligação direta com o entretenimento começou em 1922, quando um tapete vermelho foi usado na estreia do filme “Robin Hood”, no Egyptian Theatre, em Hollywood, para guiar as estrelas até seus assentos.
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Desde 1961 — quando usou o tapete vermelho pela primeira vez —, o Oscar ajudou a transformar objeto em um espetáculo à parte, com transmissões televisivas focadas nos figurinos, entrevistas e chegada dos artistas.
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