Formada pela UFMG, atua no jornalismo desde 2014 e tem experiência como editora e repórter. Trabalhou na Rádio UFMG e na Faculdade de Medicina da UFMG. Faz parte da editoria de Distribuição de Conteúdo / Redes Sociais do Estado de Minas desde 2022
Banda Ira! destacou posicionamento político em show crédito: Divulgação
Durante um showrealizado no último sábado (29/3) em Contagem, na Grande BH, o vocalista da banda Ira!, Nasi, pediu para que os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixassem o local e parassem de acompanhar a banda. O episódio aconteceu quando o cantor gritou "sem anistia!", referindo-se aos envolvidos nos ataques golpistas do 8 de janeiro, o que fez um grupo de bolsonaristas na plateia a reagir com vaias.
“Para vocês que estão vaiando, eu vou falar algo. Se tem gente que acompanha a gente e é reacionário ou bolsonarista, saibam que isso não tem nada a ver. Por favor, vão embora. Vão embora da nossa vida. Não apareçam mais em shows e não comprem discos. Não apareçam mais”, disse.
A reação do público foi majoritariamente favorável ao vocalista, com aplausos reforçando o apoio à postura da banda. O Ira! é conhecido por sua trajetória no rock nacional com letras de contestação social e política, além de uma forte influência do movimento punk.
Em diversas entrevistas, os integrantes já haviam manifestado oposição a governos de direita e às políticas do ex-presidente Bolsonaro. No ano passado, Edgard Scandurra, membro da banda, disse não compreender como roqueiros podem apoiar governos de extrema-direita, em uma indireta a Roger Moreira, do Ultraje a Rigor.
Diante da situação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decretou intervenção federal para assumir a segurança do DF Sergio Lima / AFP
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Em 8 de janeiro de 2023, extremistas invadiram e depredaram os prédios da Praça dos Três Poderes Sergio Lima / AFP
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O governador Ibaneis Rocha (MDB) foi afastado do cargo por 90 dias e Anderson Torres, que respondia pela segurança pública da capital, foi preso Sergio Lima / AFP
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Até o momento, 898 réus foram responsabilizados criminalmente, sendo 371 prisões e 527 aplicações de penas alternativas Sergio Lima / AFP
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Até o momento, 898 réus foram responsabilizados criminalmente, sendo 371 prisões e 527 aplicações de penas alternativas Sergio Lima / AFP
Até o momento, 898 réus foram responsabilizados criminalmente, sendo 371 prisões e 527 aplicações de penas alternativas Sergio Lima / AFP
“Não consigo imaginar um artista de rock apoiando a tortura, gente que tortura os outros. Ou apoiando o preconceito tanto racial quanto identitário, ou apoiando um governo homofóbico”, disse em uma publicação no X.