Gerdau NewEco e a agenda de descarbonização na cadeia mineral
Aço de baixa emissão reforça estratégia da Gerdau em descarbonização com reciclagem e energia renovável
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A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, apresentou ao mercado a Gerdau NewEco, uma solução de aço com baixa emissão de carbono voltada a clientes que buscam avançar em suas estratégias de descarbonização e fortalecer sua competitividade em um cenário de transição para uma economia de baixo carbono. A nova linha amplia o portfólio da companhia com produtos de menor pegada de carbono destinados a setores como o automotivo e a construção, alinhando-se a uma matriz produtiva sustentável baseada na reciclagem de sucata e no uso de energia elétrica de fontes renováveis.
“A Gerdau NewEco foi desenvolvida para oferecer aos nossos clientes uma solução que contribuirá com a descarbonização de seus projetos, iniciativas e produtos finais com foco em competividade e sustentabilidade. Assim, a Gerdau reforça seu compromisso com o desenvolvimento sustentável de sua cadeia de valor, assegurando aos clientes a oportunidade de estarem bem-posicionados no mercado frente a uma busca por uma economia de baixo carbono”, afirma Gustavo Werneck, CEO da Gerdau.
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A produção dos aços da linha tem como base sucata ferrosa, representando cerca de 70% do aço produzido pela companhia, que recicla aproximadamente 10 milhões de toneladas por ano, sendo uma das maiores recicladoras da América Latina.
Além disso, a produção do aço Gerdau NewEco é garantida por energia elétrica proveniente de fontes 100% renováveis, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa. A intensidade de emissões é medida por metodologia alinhada às melhores práticas do setor, com dados auditados por terceira parte.
“Com a linha de produtos Gerdau NewEco, a empresa reforça seu compromisso com as mudanças climáticas e com a geração de crescimento econômico sustentável, oferecendo ao mercado soluções em aço que unem qualidade e resultados concretos”, afirma Cenira Nunes, gerente geral de meio ambiente da Gerdau.
Atualmente, a companhia apresenta intensidade de emissão de 0,85 t de CO?e por tonelada de aço (escopos 1 e 2), com meta de redução para 0,82 t até 2031.
Diretor da ANM apresenta Relatório de Atividades do Gabinete – 1º Trimestre/2026
O relatório apresentado pelo gabinete do diretor José Fernando Gomes consolida as principais atividades realizadas entre janeiro e março de 2026, com destaque para 66 atendimentos públicos registrados, a realização de três Reuniões Ordinárias Públicas com 20 votos proferidos e a atuação institucional junto às unidades regionais, incluindo visitas a Goiás, Amapá e Pará.
O documento também evidencia avanços nas áreas de outorga e arrecadação, como a revisão de processos, o crescimento da Cfem para R$ 1,96 bilhão e a ampliação dos municípios beneficiados.
Ademais, registra ações de comunicação institucional, com 10 publicações no portal da ANM, e apresenta diretrizes para a continuidade das atividades estratégicas.
AngloGold Ashanti testa autobetoneira elétrica inédita em mina subterrânea
A AngloGold Ashanti iniciou, na Mina Cuiabá, em Sabará (MG), os testes da primeira autobetoneira elétrica do Brasil em operação subterrânea. O equipamento, desenvolvido pela Normet, ficará em avaliação por 18 meses e não emite gases no subsolo, contribuindo para a melhoria da qualidade do ar e podendo reduzir em até 4°C a temperatura nas frentes de trabalho.
Além da redução de emissões, a tecnologia apresenta menor nível de ruído e tende a proporcionar maior estabilidade operacional, com menos paradas e maior aproveitamento do tempo de operação.
Segundo Pierre Melo, especialista da companhia, “trazer uma autobetoneira elétrica para a Mina Cuiabá é investir em um ambiente mais saudável. Esse é um avanço importante, que mostra como a tecnologia pode estar a serviço da segurança, do bem-estar das pessoas e do cuidado com o meio ambiente”.
A iniciativa integra a estratégia de descarbonização da empresa, que já havia introduzido, em 2024, a primeira carregadeira 100% elétrica do país em mineração subterrânea, com ganhos de produtividade de até 8%.
A meta da companhia é concluir a eletrificação total dessa categoria de frota até 2027.
1 mil
oportunidades em mineração são analisadas anualmente pela Appian Capital Advisory Limited, que mantém um banco de dados próprio, mundial, com mais de 4 mil projetos minerários
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“Acreditamos que paralisar as instalações e buscar uma possível venda é o caminho certo a seguir”
Bruce Bodine
Presidente e CEO da Mosaic, em nota ao anunciar a paralisação das unidades de Araxá e Patrocínio e anunciar a intenção de venda dos ativos de Araxá
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