Marcílio de Moraes
Marcílio De Moraes
Jornalista formado pela PUC Minas em 1988, com passagem pelos jornais Diário do Comércio e O Tempo. Trabalhou em coberturas de leilões de privatização e em feiras internacionais

Terreno promissor marca fusão de produtores de fertilizante

Com o aporte (R$ 24 milhões), a capacidade de produção de fertilizantes fosfatados saltou de 500 mil toneladas por ano para 1,5 milhão de toneladas anuais

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Transformar Minas Gerais em terreno fértil para expansão de negócios e de portfólio na área de fertilizantes. Com essa lógica, a Massari Fértil, empresa de fertilizantes naturais de Salto de Pirapora (SP), e a Morro Verde, uma das principais fabricantes de fertilizantes fosfatados do Brasil, em Pratápolis (MG), anunciaram recentemente a fusão das operações. Com a negociação, a Massari projeta um crescimento de 40% no faturamento e no volume de produção. “A expansão permite à mineira Morro Verde operar com maior eficiência, atender ao crescimento da demanda e reforçar seu posicionamento no mercado de fosfatos, mantendo elevados padrões de qualidade e produtividade”, afirma o CEO da Morro Verde, George Kurtinaitis Fernandes. De acordo com ele, antes da fusão, a unidade de Pratápolis recebeu investimentos da ordem de R$ 24 milhões. “destinados à atualização do parque industrial, com foco na aquisição de novos britadores e moinhos, além de melhorias estruturais e operacionais na planta”. Com o aporte, a capacidade de produção de fertilizantes fosfatados saltou de 500 mil toneladas por ano para 1,5 milhão de toneladas anuais. “Nosso objetivo é trazer para a unidade de Minas Gerais todo o nosso know-how e tecnologia pioneira na área de fertilizantes minerais, potencializando ainda mais a produção da mineradora Morro Verde e, assim, reduzir a dependência de insumos importados no campo”, diz o diretor de Operações das Massari, Marcos Gaio. “Com essa fusão, a Massari se transforma em um dos principais players de fósforo natural no país”, completa.

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Robôs na pista

Os robôs estão chegando nas áreas de movimentação de aeronaves do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins. Segundo o BH Airport, a prova de conceito com veículos autônomos 100% elétricos está sendo executada com a avaliação do desempenho dos equipamentos no local de operação. As máquinas fazem o transporte interno de cargas e a limpeza de Foreign Object Debris (FOD) para retirada de objetos estranhos no pátio de movimentação dos aviões. “Os equipamentos já foram testados no deslocamento de até duas toneladas, ao longo de um percurso aproximado de 1,5 quilômetro, dentro da área operacional”, informa a empresa que opera o aeroporto. “Esse veículo autônomo, chamado de burro grande, pela capacidade de carga, pela autonomia e pela alta tecnologia embarcada, representa uma inovação para a operação no setor da aviação nacional e reforça nosso compromisso com as melhores práticas que buscam garantir a evolução contínua na experiência do cliente e a eficiência operaciona”, ressalta o gestor de Operações, Segurança e Experiência do Passageiro do BH Airport, Fabiano Reis. Após a prova, será avaliada pela operadora de Confins a possibilidade de aquisição dos equipamentos. No momento, segundo a BH Airpot, é feito apenas um teste para avaliar o desempenho do veículo autônomo.

Carro na internet

Com vendas de aproximadamente R$ 200 milhões por meio de lojas oficiais do Mercado Livre em 2025, a Stellantis comemora um crescimento de 54,6% em relação a 2024 e a consolidação da liderança no e-commerce automotivo brasileiro no ano passado. Segundo a empresa, a operação conta com 324 concessionárias, configurando a maior estrutura de um fabricante automotivo dentro da plataforma, com lojas oficiais das marcas Fiat, Jeep, Ram, Citroën e Peugeot. “Em 2025, mais de 800 mil produtos foram entregues via e-commerce, onde se destacam as vendas no modelo ‘Full’, que giram em torno de R$ 3,5 milhões mensais, sendo que 70% das entregas nessa modalidade chegam aos clientes no mesmo dia ou no dia útil seguinte. As lojas oficiais registraram cerca de 20 milhões de visitas ao longo do ano e encerraram 2025 com aproximadamente 383 mil compradores, quase o dobro do volume registrado em 2024”, diz a Stellantis, em nota.


Mineiro na gestão

Plataforma e BPO de compras para o food service que ajuda restaurantes, mercados, hotéis e padarias a comprarem melhor, organizarem seus processos e aumentarem a lucratividade, a Foozi anunciou no mês passado a chegada do empresário mineiro Raphael Silva, como sócio e Chief Evangelist. Traduzindo: um executivo ou líder de alto nível responsável por promover fervorosamente uma visão, produto ou tecnologia para torná-lo um padrão de mercado. Empresário desde 2012 e especialista em delivery, Raphael é fundador do Lucrando com Delivery e construiu relevância nacional apoiando operadores na profissionalização de suas operações digitais. Nos últimos 12 meses, empresas sob sua gestão movimentaram mais de R$ 300 milhões em faturamento e operaram mais de 400 lojas on-line ativas, números que ajudam a explicar o papel que ele passa a ocupar dentro da Foozi: aproximar ainda mais o produto da realidade do operador.

Mulheres

A mão de obra feminina no comércio em Minas Gerais soma 790 mil trabalhadoras, respondendo por 10% do contingente de mulheres no comércio em todo o país, segundo estudo da Fecomércio-MG. Mas como no restante do país, a maioria (85,5%) é operadora de caixa, enquanto as mulheres em funções de gerência de loja e supermercado são menos de 50% dos cargos. A pesquisa buscou compreender desafios e motivações das mulheres e mostra que 93,7% das empreendedoras têm no próprio negócio a sua fonte de renda e, dessas, 59,7% são as principais provedoras financeiras de suas famílias. “Entre os desafios enfrentados no início da jornada empreendedora, destaca-se o acesso a recursos financeiros (35,1%), seguido pela dificuldade em formar parcerias (19,5%) e pela sobrecarga com responsabilidades familiares (11,5%), indicando barreiras estruturais que impactam o desempenho e a escalabilidade dos negócios femininos”, diz a Fecomércio, em nota.


“Pude dividir a necessidade da intercessão do poder público diante do tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos, com o olhar especial para o problema social que já está afetando drasticamente Minas. Os norte-americanos são os nossos maiores compradores”

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Raymundo Vianna
Conselheiro do Sindijoias Ajomig, sobre encontro com o vice-presidente Geraldo Alckmin, para discutir o tarifaço

As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.

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