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Marcílio de Moraes
Marcílio De Moraes
Jornalista formado pela PUC Minas em 1988, com passagem pelos jornais Diário do Comércio e O Tempo. Trabalhou em coberturas de leilões de privatização e em feiras internacionais
NEGÓCIOS EM MINAS

Plataforma quer certificar pequenas empresas de Minas

Completando 25 anos e com 440 empregados, o Reclame Aqui quer ampliar sua base para as pequenas empresas

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Com 10% dos usuários que acessam o site, Minas Gerais é o terceiro estado em acessos ao Reclame Aqui, mas Belo Horizonte, sozinha, é a segunda capital em acessos, perdendo apenas para São Paulo. Em Minas, os segmentos com mais reclamações registradas no site são: bancos e financeiras; moda; varejo; transportes e serviços e telefonia, TV e internet. Já as principais queixas estão relacionadas a: estorno do valor pago; cobrança indevida; atraso na entrega; produto não recebido e propaganda enganosa. O site que começou registrando reclamações de consumidores contra empresas se transformou em uma plataforma de reputação das empresas, sendo mais acessada por consumidores que buscam se informar antes de uma compra do que os que querem reclamar e ter uma resposta das empresas.

 

 

Completando 25 anos e com 440 empregados, o Reclame Aqui quer ampliar sua base para as pequenas empresas. Hoje, segundo Felipe Panagio, CMO do Reclame Aqui, tem mais de 30 milhões de acessos por mês, com dois terços desses se referindo à pesquisa de reputação e um terço se referindo a reclamações. “Hoje nós temos quase 30 milhões de consumidores cadastrados e cerca de 750 mil empresas cadastradas”, diz Felipe Panagio, acrescentando que a empresa cresceu 10% em 2024. No início do mês, o site reuniu cerca de 300 empresários para apresentar um novo produto para certificação de pequenas empresas. “Nós vamos olhar mais de 100 fatores das pequenas empresas para certificar”, informou Panagio. Hoje, o Reclame Aqui já tem 13 mil empresas verificadas, com 12 mil delas sendo pequenos negócios. “A meta é chegar ao fim do ano com 60 mil empresas verificadas”, diz o CMO do Reclame Aqui.

 

 

Varejo



R$ 1,26 bilhão É o valor que os supermercados mineiros devem investir até o fim deste ano para abertura de 80 unidades este ano. O valor supera os R$ 1,2176 investidos em 2024 na inauguração de 88 lojas. 

 



No carnaval



O consumo de produtos e serviços durante o carnaval em Minas Gerais teve crescimento de 16,5% este ano, segundo dados apurados pelo Itaú Unibanco entre o sábado de carnaval e a quarta-feira de cinzas, na comparação com o carnaval do ano passado. Os números consideram vendas realizadas por cartões de débito e crédito e Pix QR Code de pessoa física para pessoa jurídica, tanto no e-commerce quanto presencialmente via maquininha da Rede. Segundo o banco, a alta nas vendas durante a folia foi puxada por alimentos e bebidas, com crescimento de 43,6%, mercados, com expansão de 21,5% e hoteis, com alta de 16,9% e combustíveis com 12,2% de aumento. Sem relação direta com a festa, o setor de construção cresceu 13,1%.

 



Com eficiência



No Dia Mundial da Eficiência Energética, comemorado no quinto dia de março, a Cemig informou ter investido R$ 1,1 bilhão em programas de eficiência em Minas Gerais nos últimos 25 anos para promover uso seguro e consciente de energia para seus mais de 9 milhões de clientes. Os programas foram implantados nos 774 municípios da sua área de concessão. Segundo a estatal, os programas evitaram a emissão de mais de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera e promoveram uma economia de 7,5 gigawatts/hora (GWh), energia suficiente para abastecer 3,5 milhões de famílias em um ano. No ano passado, a Cemig destinou quase R$ 66 milhões para os projetos de eficiência energética no estado. Entre os programas está o Minas Led, lançado em 2021, efetuou a troca de 130 mil pontos de iluminação pública de 410 municípios por lâmpadas de Led, incluindo Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

 



“Continuamos registrando um crescimento consistente nas vendas, e o mês de fevereiro superou nossas expectativas, com um aumento expressivo nas transações. Estamos otimistas e focados em repetir o sucesso do ano passado”

Glenio Junior, presidente da Assovemg, sobre as vendas de veículos seminovos em Minas



Meio ambiente



As regras e normas ambientais estão na pauta da indústria mineira. Em 19 e 20 de março próximos, a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) realiza o evento “Obrigações Legais Ambientais – 2025” na sede da entidade. O encontro, de natureza técnico-jurídica, será híbrido e voltado para advogados, consultores, empresários e representantes dos sindicatos e setores industriais interessados em atualizar-se sobre as principais obrigações legais ambientais aplicáveis às indústrias mineiras. Entre os temas como programas ambientais e taxas, assim como controle e fiscalização ambiental e também aspectos relacionados à gestão de resíduos sólidos e à logística reversa.

 



Mulher na usina



A Norueguesa Scatec, que vai construir a usina de Urucuia, com capacidade de 105 MW, em Pintópolis, no Norte de Minas, está lançando o projeto “Força de Minas”, voltado para a qualificação de mão de obra com prioridade para mulheres. “Ele será voltado, preferencialmente, para a contração feminina”, informa Verena Lima Vander Der Ven, gerente socioambiental da Scatec. Serão 120 vagas, das quais uma centena reservadas às mulheres. O curso de 180 horas, das quais 70 horas práticas, versará desde leitura e interpretação de texto, primeiros socorros, noções básicas de matemática, energias renováveis e eletricidade, até a instalação de paineis solares. “É preciso ter-se em mente que a maioria dessas mulheres tem baixa escolaridade, é arrimo de família e nunca teve a carteira de trabalho assinada”, ressalta a gerente.

 

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Refresco no calor



A onda de calor que atinge Belo Horizonte e cidades da Região Metropolitana tem impulsionado a venda de sorvetes no estado. Segundo Wander Bertolace, presidente do Sindicato das Indústrias de Sorvetes e Derivados do Estado de Minas Gerais (SindSorvete-MG), o consumo do produto deve registrar um aumento entre 25% e 30% no período de calor, exigindo um reforço na produção das fábricas. “A produção tem que aumentar em todas as fábricas e estamos observando um volume muito bom de vendas”, afirma Bertolace Minas é o segundo estado que mais consome sorvetes no Brasil, atrás de São Paulo. Para apoiar os empreendedores, o Sebrae Minas, em parceria com o SindSorverte, vai promover uma série de capacitações voltadas para as micro e pequenas empresas do segmento. O programa será lançado dia 12, na sede da Fiemg.

As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.

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