Jaeci Carvalho
Jaeci Carvalho
Coluna do Jaeci

Cruzeiro vai em busca dos três pontos

Time tem a obrigação de vencer o jogo com o Bragantino, tentar sair do Z-4 e deixar a torcida feliz

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O Cruzeiro recebe o Red Bull Bragantino, neste domingo, no Mineirão, na expectativa de conseguir sua segunda vitória no Brasileirão, chegar aos 10 pontos e começar a reagir para chegar lá na frente, já que em título eu não acredito mais. Eu não gosto do Red Bull nem como energético. Acho uma bebida perigosa, que acelera meu coração, mas confesso que acho o time simpático. É sabido, porém, que vai apenas figurar na competição, já que não tem condições de aspirar taças, mesmo tendo esse patrocínio gigantesco. Dito isso, o Cruzeiro tem a obrigação de vencer o jogo, tentar sair do Z-4 e deixar sua torcida feliz. A estreia gigantesca na Libertadores deu um ganho maior e a certeza de que o técnico, Arthur Jorge, começa a implantar sua filosofia de trabalho, conhecendo melhor os jogadores e montando seu time titular.

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É sabido que Lucas Silva e Lucas Romero são os pilares da equipe, pois dão uma sustentação incrível ao setor defensivo. Vi algumas pessoas culpando o goleiro Matheus Cunha pelos gols que o time tomou no Brasileirão. Vejo diferente. Se a marcação, que deveria começar lá na frente, é frouxa, estoura sempre no setor defensivo, e, como o futebol é um esporte em grupo, não consigo escolher um vilão. Como os jogadores dizem: “todos erramos e todos acertamos”. Claro que o novo treinador está corrigindo o rumo desse avião, trocando o trem de pouso no ar, mas não há outro caminho que não seja o de embalar quatro vitórias seguidas para chegar mais à frente e entrar no seu devido lugar. Vencer o Bragantino, neste domingo, e se preparar para enfrentar o Católica, do Chile, na quarta-feira, pela Libertadores, com a expectativa de mais uma grande vitória, é sim obrigação. Pelo mau momento no Brasileiro, só a vitória interessa ao Cruzeiro, mas é bom lembrar que esse Bragantino goleou o Flamengo, enfiando 3 a 0. Não é “cachorro morto” e todo o cuidado será pouco.


De qualquer forma, estou muito otimista com a evolução azul. O time já tem padrão de jogo, está melhorando fisicamente e entendendo o que o técnico deseja. A “terra arrasada” deixada por Tite e cia já é passado. Como muito bem diz o presidente Pedro Lourenço, é pensar grande, pra frente, e trabalhar muito, pois os salários estão rigorosamente em dia, a Toca 2 é excelência em concentração e todos os esforços são feitos para que nada falte ao grupo. Os jogadores não se esqueceram de jogar bola, apenas caíram nas mãos do que havia de pior em nome de técnico no Brasil, que em quatro meses destruiu o belo trabalho de Jardim. Nada, porém, como um treinador, também português, para mudar o curso dessa nau e levá-la o mais longe possível. No Brasileirão, chegar perto dos ponteiros. Na Libertadores, ao título, e na Copa do Brasil, onde é o maior ganhador, lutar pelo hepta. O importante é que o gigante voltou em grande estilo e que exibir a camisa azul pelas ruas de Minas Gerais e do mundo virou um grande orgulho outra vez. Que me perdoe o Bragantino, mas ele vai pagar o “pato” pelo insucesso do Cruzeiro na competição até aqui. A má fase é coisa do passado. Pra cima deles Cabuloso.

Árbitros brasileiros

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A Fifa definiu os três árbitros brasileiros que apitarão na Copa do Mundo. Ramon Abatti Abel, Wilton Pereira Sampaio e Raphael Claus. Esses três são o que há de pior na arbitragem brasileira e estão sendo “premiados pelo péssimo trabalho” que fazem ao longo dos anos. Ramon Abatti Abel (ou seria “ajuda Abel”) é um dos piores da história. Apita pênaltis inexistentes, principalmente em jogos do Palmeiras, não expulsa jogador palmeirense e esteve afastado por meses, por causa de suas lambanças. Wilton Pereira Sampaio sempre cria polêmica com arbitragens ruins, sem personalidade, não assumindo suas responsabilidades. Na Copa de 2022, no Catar, foi o responsável pela eliminação da Inglaterra ao não marcar falta clara em Saka, que resultou em lance seguinte com gol da França. Raphael Claus é o menos ruim dos três, mas também muito fraco par a apitar uma Copa do Mundo. Pra quem já teve Arnaldo Cezar Coelho apitando uma final, realmente o Brasil está muito mal servido nesse quesito.

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