Jaeci Carvalho
Jaeci Carvalho
COLUNA DO JAECI

Adorei ter Carlo Ancelotti na Marquês da Sapucaí e em Salvador

Meu caro Ancelotti, você tem muito trabalho pela frente já com as baterias recarregadas, a começar pelos amistosos, em março

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Que bom que o técnico italiano, Carlo Ancelotti, se interessa por nossa cultura e por nossas tradições e curtiu os carnavais da Bahia e do Rio de Janeiro. Ele é um ser humano que também gosta de se divertir em suas folgas e que, num tempo recorde, já fala o bom português. Um gentleman, um cara do bem, além de ser o melhor treinador do mundo. Vi algumas “aves de mau agouro” detonando a presença dele no sambódromo. São os mesmos jornalistas de sempre, amargos, que se acham acima do bem e do mal, que não têm o menor Ibope. Não vou dar o nome deles neste espaço, que é tão lido, para não promovê-los, mas são sempre os “paladinos da Justiça”. Eu achei maravilhoso ver o mister no nosso carnaval, curtindo nossos blocos, trios elétricos e assistindo ao maior espetáculo da Terra, o desfile das escolas de samba, na Marquês de Sapucaí. Só lamentei não ter estado lá, pois eu amo os camarotes e os desfiles.

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Dito isso, meu caro Ancelotti, você tem muito trabalho pela frente já com as baterias recarregadas, a começar pelos amistosos, em março, aqui na minha casa, em território norte-americano. Dia 26, amistoso com a fortíssima França, em Boston, e cinco dias depois, em Orlando, contra a Croácia. Como o senhor mesmo já disse ter 80% do time na cabeça, ainda há algumas dúvidas que serão dissipadas nesses amistosos, antes da lista final. Claro que todos queremos ter Neymar na lista. Em boas condições clínicas, físicas e técnicas, ele é o nosso craque, ao lado de Vini Júnior. São os dois jogadores capazes de fazer a diferença. Neymar não precisa ser testado. Se estiver focado na Copa e em condições, teremos um ganho gigantesco.

Ancelotti é adorado pelos jogadores, mas terá trabalho para ajeitar nosso sistema defensivo – especialidade dos italianos – e, na minha visão, deveria trocar o goleiro. Alisson não faz uma defesa difícil na Seleção, como faz no Liverpool. Sempre existiu o jogador de clube e aquele que só vai bem na seleção. É o caso do Alisson, que para mim é um gigante no time inglês, mas fraco no time canarinho. Mas, goleiro, como diz meu amigo Parreira, é cargo de confiança do treinador. Se Ancelotti confia nele, não podemos fazer nada.

Nossa defesa ainda está insegura. Não temos bons laterais e os zagueiros também não me agradam. Marquinhos fracassou em duas copas. Será que vai fracassar pela terceira vez? É outro que é um “leão” no PSG e um “gatinho” na Seleção. Se tivermos uma defesa sólida e um meio-campo estável, os homens de frente darão conta, pois Raphinha e Rodrygo também estão voando. Falta definir o centroavante. Eu levaria Kaio Jorge, artilheiro do último Brasileirão e Copa do Brasil, pois se trata de um atacante de grande mobilidade e velocidade.

No mais, Mister, que bom ter o senhor como nosso treinador. Com a prerrogativa de quem acompanha a Seleção Brasileira, em coberturas, desde 1986, trabalhando com técnicos como Zagallo, Parreira, Luxemburgo e Felipão, ter agora o senhor no comando é uma honra para o futebol brasileiro. Sou muito cético com relação a uma possível conquista este ano, mas para 2030, a certeza é grande. Conforme antecipei em Washington, em entrevista com o melhor diretor executivo do Brasil, Rodrigo Caetano, seu contrato está pronto para mais quatro anos. Que bom. E não perca nenhum dos nossos Carnavais nesse período. O senhor abrilhantou os camarotes, Salvador e a Sapucaí. Seja sempre muito bem-vindo à nossa cultura.

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Presidente da FMF

O grande presidente da FMF, Castellar Guimarães Neto, me envia o lance e o áudio do VAR no jogo entre América e North, onde fica comprovada a invasão de área por parte do jogador do North, que é exatamente quem afasta a bola, depois da defesa do goleiro, na penalidade cobrada pelo América. Portanto, os árbitros estavam corretos em mandar voltar a cobrança. O único problema é que a gente não vê um juiz mandar voltar outras cobranças de penalidades, mesmo quando há invasão. E a pergunta que não cala: o árbitro teria a mesma atitude se o pênalti fosse a favor do North? De qualquer forma, agradeço ao presidente, pelo respeito e amizade que tem por mim , e que é recíproca, pois vejo no doutor Castellar um futuro presidente da CBF, por sua competência, carisma e qualidade.

As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.

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