Grupos mineiros estão na programação do FIT Rio Preto
Festival de teatro paulista começa na quinta-feira (16/7). Estarão em cartaz '(um) Ensaio sobre a cegueira', do Galpão, e 'Os orixás', do Giramundo
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Os palcos estão em festa. A partir de quinta-feira (16/7), três dezenas de espetáculos de oito grupos de estados brasileiros e atrações da Palestina, México e Chile estarão em cartaz no Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto (FIT Rio Preto), no interior paulista. Minas Gerais estará representada pelo Giramundo, com “Os orixás”, e Galpão, com “(Um) Ensaio sobre a cegueira”. O festival retoma a parceria entre a Prefeitura de São José do Rio Preto e o Sesc São Paulo, com entrada franca.
Coletivo Prot (Agô)Nistas, de São Paulo, abre o festival às 20h de quinta-feira. Também vão se apresentar Cia. Mungunzá (SP), Grupo Sobrevento (SP), Coletivo Negro (SP), Coletivo Gompa (RS), Cia.Única de Teatro (BA), Trupe Motim de Teatro (CE) e Corpo de Dança do Amazonas (AM). Vinte e dois espaços da cidade paulista receberão espetáculos, atividades formativas e ações de intercâmbio cultural.
Para chegar à programação, a curadoria do FIT Rio Preto analisou cerca de 400 propostas de diferentes regiões do Brasil e do exterior, selecionando 33 espetáculos, incluindo oito montagens de rua e três produções internacionais. Entre elas, estão 10 trabalhos de São José do Rio Preto. Na seleção dos espetáculos internacionais, destacam-se o palestino Khalil Khalil, o mexicano De Risa en Risa e o espanhol La Llave Maestra.
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A programação paralela terá uma das atividades mais curiosas desta edição do FIT Rio Preto. Vai destacar o teatro lambe-lambe, linguagem cênica genuinamente brasileira criada por Ismine Lima e Denise di Santos em 1989, em Salvador, usando como “palco” a caixa usada por fotógrafos lambe-lambe.
Uma pessoa por vez assiste às pequeninas montagens, através de uma fresta. A categoria contará com três produções mineiras, das cidades de Extrema (“Um caminho para amar” e “Só existe uma jornada”, da Contos da Colmeia), e Guaxupé (do Mamulengo Flor do Cafezal).
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• POSSE NA ACADEMIA
Um dos principais nomes do Clube da Esquina, o compositor Márcio Borges tomou posse na cadeira de número 29 da Academia Mineira de Letras na manhã do último sábado (11/7), diante do auditório lotado. Na plateia, entre outros, amigos como o arquiteto Gustavo Pena, e os músicos Henrique Portugal, Flávio Renegado, Murilo Antunes, Nelson Angelo, Paulinho Pedra Azul, Telo Borges e Tavinho Moura, além de políticos como Paulo Brant e os deputados federais Rogério Correia e Ana Pimentel.
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O discurso de recepção a Márcio foi feito pelo acadêmico Ângelo Oswaldo; o diploma lhe foi entregue por Rogério Faria Tavares, e o distintivo, por Amílcar Martins Filho. Eleito em janeiro na sucessão de José Fernandes Filho, Márcio teve 32 dos 34 votos e concorreu com 11 candidatos.
As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.
