Helvécio Carlos
Helvécio Carlos
Com 30 anos dedicados ao jornalismo, com passagens por emissoras de rádio e assessoria de imprensa, é desde 2001 titular da coluna Hit, do jornal Estado de Minas. Entre 2011 e 2017 foi editor da revista Hit, publicação de lifestyle.
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Daniel Boaventura transformou o Palácio das Artes em palco de bailão

Cantor empolgou a plateia e interrompeu canção para cumprimentar fã de 84 anos na última fila do setor 2

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Quando o assunto é cantor que faz o maior sucesso com repertório romântico e performances que arrebatam as fãs, três nomes são citados: Roberto Carlos, o Rei, que nunca perde a majestade; Ney Matogrosso, que não se limita a canções de amor; e Fábio Júnior. Porém, outro nome, que já chamou a atenção como ator (fez o divertido PC de “Tapas e beijos”), vem conquistando espaço. O baiano Daniel Boaventura mostrou, sábado (14/3), no palco do Palácio das Artes, que está com tudo e não está prosa.

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A fama de Daniel, pelo menos em Belo Horizonte, corria há um bom tempo, desde suas primeiras apresentações em festas na capital. Como o boca a boca é inevitável e o carisma do rapaz sempre esteve em alta, foi fácil lotar o Grande Teatro. O show uniu repertórios de apresentações no México e na Rússia, registradas em DVD. Ele cantou 22 músicas, sendo dois medleys e três canções no bis. Das brasileiras, escolheu “Quem sabe isso quer dizer amor”, sucesso de Milton Nascimento, “Meu sangue ferve por você”, hit de Sidney Magal, “Não quero dinheiro” e “Descobridor dos sete mares”, clássicos de Tim Maia.

• “NEW YORK, NEW YORK”

O ponto alto foi “New York, New York”, clássico de Frank Sinatra. Daniel fez a alegria das fãs. Enquanto cantava, posou para fotos, sem perder o ritmo ou desafinar. Deixou-se levar por Adriana Cleusa, que foi buscá-lo no meio do teatro para conduzi-lo até a última fila do setor 2, onde estava Sandra Burlamarqui, de 84 anos. Ela segurava cartaz com os dizeres “Daniel Boaventura você é o cara”. Neste momento, o show parou e Daniel deu atenção à admiradora. A plateia aplaudiu e aproveitou para tirar selfies com o ídolo.

Daniel Boaventura desceu do palco e fez questão de cantar no meio da plateia do Palácio das Artes, em BH
Daniel Boaventura fez questão de cantar no meio da plateia Helvécio Carlos/EM/D.A Press

• TIRE O PÉ DO CHÃO!

Na volta para o palco, o bailão começou. “Como se diz em Salvador, tire o pé do chão!”, anunciou Daniel, antes de cantar o medley de “You're the first, the last, my everything” (Barry White), “Love the nightlife” (Alicia Bridges) e “Can't take my eyes off you” (Frankie Valli). Quando ele começou a se despedir, alguém da plateia cobrou a promessa de que o show iria até a madrugada. “Você disse que ficaria até as três da manhã”, gritou o fã. Boaventura brincou diante do pedido de outra fã para tirar foto. “Vem aqui, Daniel, rapidinho”, disse ela.

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• “MY WAY”

Boaventura deu chance para o público escolher a última. Com o guitarrista, improvisou “She”, mas o show terminou, mesmo, foi com “My way” e a certeza de que a noite seria inesquecível para o fã-clube mineiro.

As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.

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