Formada pela UFMG, atua no jornalismo desde 2014 e tem experiência como editora e repórter. Trabalhou na Rádio UFMG e na Faculdade de Medicina da UFMG. Faz parte da editoria de Distribuição de Conteúdo / Redes Sociais do Estado de Minas desde 2022
Emilly Vick disse que não tem como voltar ao Brasil crédito: AFP / Redes sociais
A influenciadoraEmilly Vick, do grupo de criadores de conteúdo Dos Rosa, usou as redes sociais para relatar momentos de tensão durante a lua de mel na Tailândia. A jovem de Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, se casou recentemente com Leozin. Ela contou que não consegue retornar ao Brasil por causa daescalada do conflito no Oriente Médio.
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Com mais de 40 milhões de seguidores, Emilly explicou que todas as conexões aéreas disponíveis para a volta ao país passam por Doha, no Catar, região impactada pela guerra.
“A gente está preso na Ásia. Não estamos conseguindo voltar para o Brasil, porque vocês sabem que está acontecendo uma guerra e todas as nossas conexões passam por onde o conflito está acontecendo”, afirmou.
Segundo Leozin, praticamente todo o grupo Dos Rosa viajou junto, mas agora eles precisarão se separar para tentar retornar em segurança. Apenas três integrantes conseguiram vaga em um voo de volta ao Brasil: Ketlen, que está grávida, além de David e Void.
“Nossa prioridade é a minha irmã, lógico, ela está grávida”, disse Emilly, acrescentando que a única alternativa encontrada para os demais é seguir para a China e, de lá, tentar uma rota considerada mais segura para o Brasil.
A influenciadora também relatou medo diante da proximidade do conflito. “A gente está com muito medo porque tudo isso que está acontecendo é terrível e a gente está bem pertinho. Já chorei muito”, desabafou.
O impasse ocorre após a intensificação dos confrontos no Oriente Médio. No último sábado (28/2), os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã, com explosões registradas em Teerã e outras cidades iranianas. Segundo a organização humanitária Crescente Vermelho do Irã, ao menos 555 pessoas morreram desde o início dos bombardeios.
Em resposta, o Irã disparou mísseis contra o território israelense e bases militares norte-americanas na região, ampliando a tensão e afetando o tráfego aéreo internacional.
Enquanto aguardam uma rota segura, Emilly e os demais integrantes do grupo devem permanecer fora do Brasil por mais alguns dias. “Quando der, numa rota segura que a gente conseguir achar, a gente vai voltar”, afirmou a influenciadora.
72 tigres morreram em um zoológico privado no norte da Tailândia. De acordo com comunicado do Departamento de Pecuária da província de Chiang Mai, os exames identificaram vírus da cinomose canina, altamente contagioso.
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Além disso, bactérias que atingem o sistema respiratório. À Agence France-Presse, o diretor Somchuan Ratanamungklanon afirmou que, quando os sintomas foram notados, já era tarde.
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A própria AFP informou que os animais viviam no Tiger Kingdom, atração que permite aos visitantes “acariciar, tocar e tirar fotos de perto”. A PETA Ásia criticou o modelo e cobrou o fechamento dessas operações.
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O tigre é o maior dos felinos e representa força, beleza e mistério em várias culturas ao longo da história. Sua figura poderosa aparece em lendas, artes e tradições de diversos povos que convivem com ele há milênios.
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Existem atualmente seis subespécies de tigres reconhecidas cientificamente: bengala, siberiano, malaio, indochinês, do sul da China e de Sumatra. Todas estão em graus diferentes de ameaça, sendo o tigre do sul da China o mais criticamente ameaçado.
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O tigre-de-bengala é o mais numeroso e vive principalmente em florestas da Índia e regiões vizinhas. Ele é famoso por sua pelagem alaranjada com listras pretas, que o ajuda a se camuflar na vegetação densa.
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O tigre-siberiano é o maior entre os tigres e pode ultrapassar 300 quilos. Vive em áreas frias e florestadas, com pelagem mais espessa e clara para suportar as baixas temperaturas.
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Já o tigre-malaio é uma subespécie menor, com cerca de 120 quilos, restrita a áreas de floresta na península da Malásia. Sua população está diminuindo rapidamente devido à perda de habitat e caça ilegal.
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O tigre-indochinês habita regiões montanhosas e florestas densas do sudeste asiático. É discreto, com pelagem mais escura e menor porte, e seus registros na natureza são cada vez mais raros.
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O tigre-do-sul-da-China é provavelmente extinto na natureza, com poucos indivíduos em cativeiro. Foi alvo de perseguições no passado e não há registros confiáveis de avistamentos recentes em vida livre.
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Os tigres habitam florestas tropicais, manguezais, áreas montanhosas e estepes, dependendo da subespécie. Eles precisam de vastos territórios com água, presas abundantes e pouca interferência humana.
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A alimentação do tigre é carnívora, composta por grandes mamíferos como cervos, javalis e antílopes. Ele caça sozinho, usando sua força, silêncio e visão noturna apurada para capturar a presa.
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Um tigre pode viver entre 10 e 15 anos na natureza, mas pode ultrapassar 20 anos em cativeiro. A maior ameaça atual é a destruição de seu habitat e a caça para comércio ilegal de partes do corpo
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A pelagem do tigre é única, como uma impressão digital, com padrões de listras que variam entre os indivíduos. Apesar da aparência imponente, eles estão vulneráveis e em risco crescente de desaparecimento.
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Há registros de tigres brancos, que não são uma subespécie, mas uma variação genética rara do tigre-de-bengala. Esses animais possuem pelagem clara e olhos azuis, e geralmente vivem apenas em cativeiro.
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A reprodução dos tigres é lenta, com gestações de cerca de 100 dias e ninhadas de até quatro filhotes. Isso dificulta a recuperação populacional quando há perdas significativas por ação humana.
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Vários projetos de conservação têm atuado para proteger os tigres, com monitoramento, combate à caça ilegal e preservação de áreas naturais. A colaboração internacional tem sido essencial para o sucesso dessas ações.
divulgação/National Geographic