LUTO

Capitã da PM morta em BH deixa filho de outro relacionamento

Com perfil acadêmico destacado e atuação na área de segurança, a capitã Michele Leão Azevedo deixa um menino de 10 anos, fruto de um casamento anterior

Publicidade
Carregando...

A morte da capitã da Polícia Militar Michele Leão Azevedo, de 41 anos, investigada como possível feminicídio em Belo Horizonte, é marcada pelo luto familiar. A militar deixa um filho de 10 anos, chamado Guilherme, fruto de um casamento anterior. Ele está no espectro autista.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

O principal suspeito do crime é o companheiro de Michele, o sargento da PM Eduardo Abner Pereira de Oliveira, de 37 anos, que foi preso em flagrante. Ele levou a capitã ao Hospital Odilon Behrens, no Bairro São Cristóvão, alegando inicialmente que ela havia sofrido uma queda de escada.

As lesões no corpo e no rosto da vítima, no entanto, indicavam agressões físicas graves e levaram as forças de segurança a apurar o caso como homicídio praticado em contexto de violência doméstica. No hospital, um tenente da PM o flagrou tentando descartar 18 comprimidos de ecstasy no banheiro da unidade. O militar também foi autuado por tráfico de drogas.

Eduardo Abner acumula outros episódios conturbados em seu histórico. Em 2023, foi preso por dirigir embriagado. Além disso, uma nota divulgada pela Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais (Aspra/PMBM) revelou que ele atuava na segurança da casa do ex-governador Romeu Zema (Novo) antes de integrar a diretoria da entidade, da qual se desligou em junho do ano passado.

Testemunhas e investigadores apontam que o casal vivia um relacionamento instável, marcado por idas e vindas, além de indícios de violência psicológica e moral contra a capitã.

Em depoimento, o suspeito afirmou que o casal havia feito uma festa em casa com consumo de álcool e drogas. Ele declarou que, após a saída dos convidados, eles mantiveram relações sexuais consensuais e alegou que as práticas íntimas do casal costumavam envolver agressividade.

Para o delegado Saulo Castro, no entanto, a gravidade e o padrão das lesões indicavam clara intenção de machucar e matar a vítima. A Justiça avaliará a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva durante audiência de custódia.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

O sargento segue custodiado no 34° Batalhão da PM, na Avenida Américo Vespúcio, à disposição da Justiça.

Tópicos relacionados:

bh feminicidio pm policia violencia-domestica

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay