Além do Pix: 4 métodos de pagamento digital que estão crescendo no Brasil
Conheça as carteiras digitais e os aplicativos que oferecem benefícios como cashback e podem complementar ou substituir o Pix no dia a dia
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A recente onda de boatos sobre uma possível taxação do Pix pela Receita Federal preocupou muitos brasileiros. No entanto, o órgão já desmentiu a informação, garantindo que o sistema de pagamentos instantâneos permanece isento de novos impostos. A discussão, no entanto, serviu para mostrar a força dessa ferramenta e também despertar a curiosidade sobre outras opções disponíveis.
Apesar da popularidade inegável do Pix, o mercado brasileiro oferece um leque de alternativas digitais que ganham cada vez mais espaço. Essas opções não apenas complementam o uso do sistema do Banco Central, como trazem benefícios próprios, como cashback e maior integração com serviços específicos, que podem ser mais vantajosos dependendo da situação.
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Conheça quatro métodos de pagamento digital que estão se consolidando no país:
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Carteiras digitais: aplicativos como PicPay, Mercado Pago e Ame Digital funcionam como centros financeiros no celular. Elas permitem cadastrar cartões de crédito, pagar boletos, recarregar o celular e transferir dinheiro para outros usuários. O grande atrativo está nos programas de cashback, que devolvem parte do valor gasto em compras, e em promoções exclusivas com lojas parceiras.
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Pagamento por aproximação (NFC): usar o celular ou smartwatch para pagar na maquininha já é uma realidade para milhões de pessoas. Serviços como Google Pay, Apple Pay e Samsung Pay utilizam a tecnologia NFC (Near Field Communication) para efetuar transações de forma rápida e segura. Basta aproximar o dispositivo da máquina, sem a necessidade do cartão físico, com a segurança adicional da biometria ou senha do aparelho.
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Links de pagamento: ideal para autônomos, profissionais liberais e pequenos comerciantes que vendem pelas redes sociais. Plataformas como PagSeguro e SumUp permitem gerar um link personalizado com o valor do produto ou serviço. O cliente recebe o link por mensagem e pode pagar com cartão de crédito, de forma simples e segura, sem que o vendedor precise de um site ou maquininha.
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Criptomoedas: algumas empresas específicas e varejistas de determinados setores começam a aceitar moedas digitais, como Bitcoin e Ethereum, mas a prática ainda é limitada. A transação é feita por meio de carteiras digitais próprias, oferecendo uma alternativa descentralizada para quem já investe ou tem interesse nesse mercado.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.