Escola estadual será cenário de feira de arquitetura, design e gastronomia
Em sua 11ª edição, a "Modernos Eternos BH" ocupará o prédio do antigo Grupo Escolar Dom Pedro II, na Avenida Alfredo Balena
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Ainda demora um pouco a abertura da “Modernos Eternos BH”, que será realizada em junho e julho deste ano. Mas a divulgação do endereço da 11ª edição do evento, a Escola Estadual Pedro II, já provoca burburinho. O prédio histórico da Avenida Alfredo Balena, um dos mais bonitos da capital mineira, completa 100 anos em setembro. Projetado pelo arquiteto Carlos Santos, tem estilo neocolonial, com referências ao barroco mineiro e ao colonial português.
Obra do governo Mello Viana, seu nome homenageia o imperador conhecido pelo apreço pelo conhecimento, pelas artes e pela ciência. Dom Pedro II é figura central da história intelectual brasileira, defensor da educação como pilar do desenvolvimento do país. A partir do segundo semestre de 2026, a escola passará por processo de restauração, com melhorias estruturais, visando a acessibilidade e o conforto.
• ONZE EDIÇÕES
Desde a primeira edição, “Modernos Eternos” chamou a atenção do público, de arquitetos e decoradores pelos locais onde foi realizada Na estreia, em 2016, a mostra abriu ao público o Solar Pentagna Guimarães, na Cidade Jardim. Na sequência, veio a casa brutalista no Clube dos Caçadores, no Mangabeiras, sede do evento em 2017, 2018 e 2019. Em 2020, na edição virtual durante a pandemia, o local foi a Casa Pouso Geométrico, também no Bairro Mangabeiras. O Colégio Arnaldo abrigou a sexta e a oitava edições. A sétima foi realizada no P7 Criativo, na Praça Sete; o Instituto de Educação recebeu a nona edição; e, ano passado, foi a vez da Escola Estadual Afonso Pena e da Casa UNA.
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• MEMÓRIA
A produtora Danusa Carvalho, à frente da Casulo Cultura, tem agenda cheia para 2026. Estão previstos lançamento de livro, exposição e minidocumentário em homenagem aos 75 anos do Servas, com curadoria artística da Grecco Design, destacando trajetórias e legados das presidentes que comandaram a instituição. Patrocinado pela Cemig, o minidoc terá direção de Mariana Borges e gravações, na próxima semana, em espaços simbólicos como o Palácio da Liberdade e o Palácio das Mangabeiras. Também estão na agenda da Casulo documentário sobre mestres das escolas de samba de Belo Horizonte, oficinas de ritmo destinadas à nova geração dessas agremiações e o ciclo de palestras “Territórios do samba”, no Mercado da Lagoinha, reunindo música, gastronomia e debates.
• “DOCE”
Em 27 de janeiro, a cantora mineira Carolina Serdeira lança o oitavo álbum, “Doce”, com o qual comemora 18 anos de carreira e a nova fase internacional de seu trabalho. O show será no Clube de Jazz do Café com Letras.
• TERCEIRO SINAL
Ainda é cedo para dizer qual será a peça preferida do público na 51ª Campanha de Popularização Teatro e Dança, em cartaz até 8 de fevereiro. Mas é certo que Maurício Canguçu e Ilvio Amaral estão à frente do maior número de espetáculos desta edição. No palco, a dupla pode ser vista em “Acredite, um espírito baixou em mim”, “Maio – Antes que você me esqueça” e “Colisão”.
Os dois estão presentes, como produtores, nos créditos da peça infantil “Água joia rara”, além de dirigem as comédias “Guaraparir” e “Perigo, mineiros em férias”. Ílvio é o diretor de “Como vencer a burocracia sem ter um infarto”, enquanto Maurício desempenha a mesma função em “Desesperados”.
As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.
