Quanto vale a tradição?
Preço de romã usada na simpatia do Dia de Reis, em 6 de janeiro, assusta o consumidor
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Sem a Mega da Virada no bolso e para garantir a tradição de ano-novo, só mesmo apelando para a simpatia dos Reis para o dinheiro não faltar em 2026. A questão é o preço da romã, essencial para garantir o pedido a Baltazar, Gaspar e Belchior. No Mercado Central, dependendo do tamanho da fruta, a unidade custa de R$ 20 e R$ 25. Em supermercado da Zona Sul, o quilo vale R$ 46,99. Há quem prefira comprar apenas uma fruta e dividi-la com familiares, amigos e colegas de trabalho.
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Com a romã na mão, basta tirar nove sementes. Três devem ser apertadas com a língua no céu da boca e engolidas, outras três têm de ser colocadas em nota de real, guardada na carteira. Como o dólar é moeda mais forte, há quem acredite que ele tenha mais poder na simpatia. Para finalizar, as últimas sementes devem ser jogadas para trás, enquanto se recita: “Belchior, Gaspar e Belchior/ trazei-me ouro, incenso e mirra/ em forma de saúde, paz e amor./ E não deixe meu dinheiro faltar.”
NA COZINHA
A chef Agnes Farkasvolgyi dá dicas para quem não quiser ficar só na tradição de ano-novo. “Uso romã sobre homus, coalhada seca. E também em saladas de grãos, de bacalhau ou com beterraba. Ela também vai bem em ceviches que tenham fruta na composição. Ou no iogurte com granola. Ainda dá para fazer suco, redução como xarope. A romã pode ser usada em muitas preparações”, garante Agnes.
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O público de Belo Horizonte está cada vez mais atento às mostras de artes visuais em cartaz na cidade. Os números não deixam dúvidas. O Centro Cultural Banco do Brasil foi o espaço que mais atraiu visitantes.
A mostra “Fullgás” foi a campeã de visitações no CCBB, com 205.392 espectadores, seguida por “Luz eterna” (148.732 visitantes), “Vetores vertentes” (144.432) e “Flávio Cerqueira – Um escultor de significados” (135.644).
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No Palácio das Artes, a exposição do acervo do Grupo Giramundo atraiu 26.887 visitantes até meados de dezembro e prossegue em cartaz até fevereiro. Nas mostras do 5º Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais, as galerias Arlinda Corrêa Lima, Genesco Murta e Mari'Stella Tristão receberam 23.346 espectadores. “D’água” levou 8.827 pessoas às galerias Arlinda Corrêa Lima e Genesco Murta. “Presépios de Minas em mim”, na Galeria Arlinda Corrêa Lima, atraiu 2.332 visitantes.
REMBRANDT
Na Casa Fiat de Cultura, 2025 terminou com pouco mais de 415 mil visitantes, que se dividiram entre as exposições “Natureza transformada”, “Em cada canto”, “Niki de Saint Phalle” e “Rembrandt”, que estreou em novembro e segue até 25 de janeiro, com média de 1 mil pessoas por dia.
CAO, MARCO PAULO E MÁRCIO
Ao longo de 2025, a galeria e o espaço expositivo do Centro Cultural Unimed-BH Minas e a galeria de arte do Minas 2 apresentaram programação diversificada, com exposições individuais e coletivas, mostras temáticas e ações educativas. Por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, ficaram em cartaz, no centro cultural, as mostras “Um grão de domingo”, de Cao Guimarães, com 5.884 visitantes; “Contrapontos e contratempos”, de Marco Paulo Rolla (5.415); “Lavra, Márcio Sampaio: de todo, uma parte” (4.036) e “Nepal”, de Antônio Dias (3.649). Juntas, bateram 20 mil pessoas, considerando visitas espontâneas e mediadas, palestras, oficinas e lançamentos de catálogos.
As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.
